Free Read [Mystery Book] ↠ Crónicas do Mal de Amor - by Elena Ferrante James Woods Maria do Carmo Abreu Miguel Serras Pereira Margarida Periquito ß



Ferrante disse que gosta de escrever hist rias em que a escrita clara, honesta, e em que os factos os factos da vida normal prendem extraordinariamente o leitor Com efeito, a sua prosa possui uma clareza despojada, e muitas vezes afor stica e contida Mas o que os seus primeiros romances t m de electrizante que, ao acompanhar complacentemente as situa es Ferrante disse que gosta de escrever hist rias em que a escrita clara, honesta, e em que os factos os factos da vida normal prendem extraordinariamente o leitor Com efeito, a sua prosa possui uma clareza despojada, e muitas vezes afor stica e contida Mas o que os seus primeiros romances t m de electrizante que, ao acompanhar complacentemente as situa es desesperadas das suas personagens, a pr pria escrita de Ferrante n o conhece limites, est ansiosa por levar cada pensamento para diante, at sua mais radical conclus o, e para tr s, at sua mais radical origem Isto sobretudo bvio na forma destemida como os seus narradores femininos pensam sobre filhos e sobre maternidade Do Pref cio de James Wood
Elena Ferrante James Woods Maria do Carmo Abreu Miguel Serras Pereira Margarida Periquito
Elena Ferrante is a pseudonymous Italian novelist.Ferrante is the author of a half dozen novels, including The Lost Daughter originally published as La figlia oscura, 2006 In 2012, Europa Editions began publication of English translations of Ferrante s Neapolitan Novels , a series about two perceptive and intelligent girls from Naples who try to create lives for themselves within a violent and stultifying culture Critics have praised her for her devastating power as a novelist and for a style that is pleasingly rigorous and sharply forthright Ferrante holds that books, once they are written, have no need of their authors 10th March 2016, The Story of the Lost Child was longlisted for the 2016 Man Booker International prize, celebrating the finest in global fiction translated to English.

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Commentaires:

Orsodimondo
LA FRANTUMAGLIANon so se esista un caso Elena Ferrante: scrittrice misteriosa o alias di nome già noto, se non addirittura nome de plume di scrittore uomo?Le teorie sono diverse, i nomi fatti anche.Lei continua a nascondersi e a rispondere alle interviste solo per email.Vivian MaierE’ nata a Napoli, ha vissuto in Grecia, si è trasferita a Torino, vuole restare lontana dalla pazza folla o è costretta a mimetizzarsi per motivi contrattuali o di marketing? Non lo so. E mi interessa anche poco. [...]

Teresa Proença
Quem é Elena Ferrante?Especula-se, com base nas suas obras, que seja uma mulher, com cerca de 60 anos e que nasceu em Nápoles. Só dá entrevistas por escrito e apenas o seu editor conhece a sua identidade. O anonimato permite-lhe uma total liberdade na escrita, bem explícita nos três romances curtos que compõem As Crónicas do Mal de Amor. Delia, Olga e Leda são três mulheres, com histórias de vida distintas, que se aproximam num ponto comum: a Maternidade. São mães que amam com loucu [...]

Eu amo a lua do lado que eu nunca vi
Gosto de Elena Ferrante. Não tem medo das palavras, escreve o que pensa, sem pudor nem falsos moralismos. Acredito que possa chocar certos leitores, mas não a mim.

Maria João Fernandes
"Aceitei, durante aquele percurso, contar tudo a mim própria: tudo aquilo que as mentiras conservavam de verdade."Não sabemos quase nada sobre Elena Ferrante, esconde-se numa nuvem de mistério, mas os seus livros, pelo contrário, não têm nada a esconder. São puros e a honestidade de cada linha entranha-se em nós. As suas palavras abrem-nos caminhos para obsessões horríveis, sentimentos perfeitos, emoções odiosas e personagens perfeitamente imperfeitas. A sinceridade sem limites tira- [...]

Ana
Quem vai ler estas três crónicas e espera por um livro tipo "Amiga Genial" vai ficar desiludido. A Série Napolitana pouco tem em comum com este livro. A forma de escrever de Elena Ferrante está lá no entanto a escrita é muito mais crua, muito mais dura. A maternidade e as relações familiares são o tema comum, mas não são retratadas de um modo idílico, explorando a escritora as muitas fragilidades do ser humano.

Ema
3,5*A Filha Obscura (4,5*)A escrita e as personagens de Ferrante são inconfundíveis. Neste livro, o tema principal é a maternidade e as suas duas faces da moeda. A autora dá-nos uma perspectiva fria e cruel, porém muito verdadeira, de como ela pode ser uma vocação ou uma maldição disfarçada de amor. Já conhecia a mestria de Ferrante para contar histórias de pessoas comuns, que têm pensamentos abomináveis e que fazem coisas horríveis, as suas histórias não são felizes e não nos [...]

Magda Pais
Estreia absoluta com Elena Ferrante. Depois de tanto ouvir falar na Amiga Genial (que anda por ali na estante à espera de vez) e nos livros da mesma série, a minha estreia acaba por acontecer com este livro que reúne três contos: Um Estranho Amor, Os Dias do Abandono e A Filha Obscura, todos contados na primeira pessoa (Delia, Olga e Leda)O encanto de Elena Ferrante está na escrita crua, sem arteficios, rude e, muitas vezes, cruel. De uma forma fabulosa, consegue que comecemos por não gost [...]

Os devaneios da Tim
há qualquer coisa na história que não me fascina e enerva

Cat
Há livros, histórias, que nos deixam com sensações de mal-estar quando os lemos. Que funcionam como murros no estômago, que nos inquietam.Nestas crónicas, Elena Ferrante traz-nos três mulheres, Delia, Olga e Leda, que confessam o que seria considerado inconfessável, tabu: certos sentimentos que surgem em relações entre mães e filhos que ninguém normalmente se atreve a admitir. Uma filha pode sentir repulsa da sua própria mãe? Uma mãe pode ficar farta dos filhos? Uma mulher pode se [...]

Mónica Mar
El universo Ferrante es una ficción comprimida, densa, minúscula casi, pero pesada y propensa a la expansión súbita: ondas que abarcan y engullen altitudes y longitudes recónditas y que luego del estallido se recogen a sí mismas y vuelven al epicentro, al punto de partida. El universo Ferrante es una constante matemática, un uróboros narrativo estable dentro de su propio caos.Antes de obnubilar a innumerables lectores con su "tetralogía napolitana" Dos amigas, Elena Ferrante publicó tr [...]

Margaret
Elena Ferrante é o pseudónimo de uma escritora (ou escritor) italiano que ninguém sabe quem é. Não há fotografias, não há promoções de livros e as poucas entrevistas dadas foram por e-mail. Desta forma, temos uma obra literária completamente desligada de quem escreve. Na era do marketing, isto é uma raridade, e foi uma dscoberta que adorei fazer!Este livro é constituído por três histórias distintas sobre três “mulheres à beira de um ataque de nervos”. Na verdade, se não fo [...]

Raquel
Lo que hace Ferrante con sus mujeres es digno de mérito. Tira de la cuerda, y tira, y tira, poniéndolas en situaciones límites y dejando que hagan cosas que en ocasiones pueden resultar ruines y mezquinas (como robar la muñeca de una niña de dos años). Gracias a ese tipo de giros podemos conocerlas, amarlas, odiarlas, comprenderlas y desconcertarnos. Pero qué bien escribe y que buenas historias sobre madres e hijas cuenta Ferrante. Es normal que la fiebre por ella no decaiga sino que más [...]

Ana Carvalheira
"Cronache del mal d’amore" da autora italiana Elena Ferrante reúne três comoventes histórias que abordam o amor numa tríplice perspetiva: o filial, o romântico e o maternal condensado, por sua vez, numa trilogia textual que inclui “Um Estranho Amor”, “Os Dias do Abandono” e “A Filha Obscura”.Dos três, o que mais me tocou foi, sem dúvida, “Os Dias do Abandono” pela crueza da narrativa, pela densidade da personalidade de Olga, pelas situações avassaladoras por que passou [...]

Joana Ribeiro
Em minha opinião, só vale pelo último conto, "A Filha Obscura". Esperava mais. Desta autora esperarei sempre mais e mais, depois da tetralogia.

Isabel
p. 39 - "Quando se entra na casa de uma pessoa morta recentemente é difícil acreditar que está deserta. As casas não conservam fantasmas, mas retêm os efeitos dos últimos gestos de vida."P. 164 - "As mulheres sem amor gastavam a luz dos olhos, as mulheres sem amor morriam em vida."P. 286 - "Existir é isto, pensei, um sobressalto de alegria, uma pontada de dor, um prazer imenso, veias que fremem sob a pele, e não há outra verdade que se possa contar."

Maria Teresa
Escritora a seguir. Foi difícil o meu distanciamento das personagens. É uma escrita perturbadora, com as entranhas de fora, com a multiplicidade de sentimentos, raivas e afectos, de 3 diferentes mulheres, em diferentes fases da vida, mas que dizem o que é por vezes apenas pensado, quase uma memória colectiva das mulheres mediterrâneas, ou pelo menos assim me identifico. Nada aqui é "socialmente correcto", são o que são sem filtro, cada camada da "cebola" retirada uma a uma e mostrada. Mu [...]

Fer Soria
Doloroso y a ratos incómodo, quizá porque pone en palabras, lo que uno como lector ha tratado de enmudecer.

Ana Correia
A escrita de Ferrante é maravilhosa mas ao mesmo tempo tão dura e tão realista na forma como expõe o pior de nós que pode ser difícil de "digerir". No caso das Crónicas do Mal de Amor, com as suas três histórias de mulheres egoístas e imperfeitas cheguei à última página "morta, mas estou bem".

Mon Margo
Estupor es lo que me han dejado, sobre todo, la segunda y tercera historia de este libro. Es asombrosa la precisión con la que Ferrante desmenuza el conflicto vital de una mujer-madre. Ha sido como sentarse a la mesa con una una mujer entrañable y valiente, que le da voz a pensamientos y situaciones que no cualquiera confesaría.

Senhoritavaldez
A tough book. I guess each story would benefit from being read separately Together, the stories seem a bit repetitive and very depressing. I think Elena Ferrante's writing is unique, I read obsessively The Neapolitan novels. But this book was just too hard to read.

Lucía
El amor molesto⭐Los días del abandono ⭐⭐⭐La hija oscura ⭐⭐⭐

Salamandrine
esgotada

Patricia Ibarra
Libro compuesto por tres novelas. La primera, El amor molesto, es sobre las memorias que despertó la muerte de su madre, Amelia, sobre su relación y en tratar de descubrir quién era realmente su madre. Lectura poco clara ya que la autora navega entre la realidad y fantasía. La segunda, Los días del abandono, es un relato desgarrador de los efectos que tiene en Olga el abandono repentino de su esposo, quedándose con sus dos hijos y tratando de reconstruir su vida. Es un recuento del dolor t [...]

Diana Garzón
Creo firmamente que Elena Ferrante tiene un conflicto con la figura materna, o al menos esa es la impresión que me dejó este libro y que ya había tenido con la tetralogía de Las dos amigas.Crónicas del desamor es la compilación de 3 novelas en las que las protagonistas son mujeres al borde de la locura o de la desesperación, 3 mujeres que perdieron el rumbo por circunstancias diferentes y que están envueltas en historias desgarradoras que podrían terminar con su destrucción o su renaci [...]

Ana
Não foi fácil ler estas crónicas, isto é, as três histórias que Ferrante publicou antes da tetralogia de Nápoles que a catapultou para o merecido reconhecimento internacional. Não foi fácil porque as li numa época de trabalho dobrado e de muita burocracia consumidora de energia. Não foi fácil porque, apesar de já estar familiarizada com a escrita desta autora italiana, tive que fechar o livro em certas passagens, respirar fundo, fechar os olhos e preparar-me mentalmente para consegu [...]

Telmo Fernandes
Recomendado e emprestado por uma amiga próxima, para que lesse sobretudo o segundo conto, para mim algo perto de uma variação da "Voz Humana", de Jean Cocteau.Acabou por me cativar um pouco mais do que o anterior "A amiga genial", esse que li também por múltiplas recomendações e onde percebi o porquê da autora apelar sobretudo a mulheres, não porque tenha uma escrita 'feminina' (não creio sequer que tal coisa exista, e exemplo de Cocteau é bem a prova dessa dúvida), mas porque escrev [...]

Rita
Reading Elena Ferrante is always so draining, yet so addictive. I end up reading her works in long patches, but separated in time, as if her words were hard to scrub off me. The angst and bitterness in her stories make up for the most confusing reading experiences - I acknowledge the brilliance of what I am reading and I love it, but I am also aware I can't escape its oppressive, obscure tone. I often feel as if what I had just read, either has, somehow, been sitting in my mind for a long time, [...]

Steffie
Tantos sentimientos mientras lo leía: aburrición al principio de la primera historia, al punto que dejé el libro un par de meses, lo retomé donde me quedé y cerró una historia casi incomprensible, pero a la vez maravillosa. La segunda historia me tenía en un estado de tensión donde no sabía si cerrar el libro o seguirlo sin parar. La tercera, me recordó a Lenu de la tetralogía visto desde un personaje ajeno a los cuatro libros y eso me encantó.Me declaro fan de la Ferrante

Crazyforbooks
Mi primera aproximación a Ferrante, y seguramente volveré por más. Un estilo envolvente y atrapante, personajes contradictorios y, en algun caso, desarrollos inesperados. Si bien el segundo relato ("Días de abandono") me pareció reiterativo y no tan creativo como los otros dos, no hace mella en la calidad final

Alhelí
Las tres historias son un golpe de realidad en la relación madre-hija. Pocos relatos pueden provocar una reacción visceral y emocional de este tipo.Me alegro de haber comenzado con la trilogía Dos amigas y haber leído este volumen después, así me dio la impresión de que el tono y la claridad de su narración mejoró y se reforzó.

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    Elena Ferrante James Woods Maria do Carmo Abreu Miguel Serras Pereira Margarida Periquito
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    Published :2018-03-25T15:07:01+00:00