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  • Title: De Stad en de Bergen
  • Author: Eça de Queirós Harrie Lemmens
  • ISBN: 9789029534321
  • Page: 361
  • Format: Hardcover

  • Het decadente leven in Parijs eind 19e eeuw staat in groot contrast met dat op het Portugese platteland in dezelfde tijd.
    Eça de Queirós Harrie Lemmens
    Jos Mar a E a de Queir s was a novelist committed to social reform who introduced Naturalism and Realism to Portugal He is often considered to be the greatest Portuguese novelist, certainly the leading 19th century Portuguese novelist whose fame was international The son of a prominent magistrate, E a de Queiroz spent his early years with relatives and was sent to boarding school at the age of five After receiving his degree in law in 1866 from the University of Coimbra, where he read widely French, he settled in Lisbon There his father, who had since married E a de Queiroz mother, made up for past neglect by helping the young man make a start in the legal profession E a de Queiroz real interest lay in literature, however, and soon his short stories ironic, fantastic, macabre, and often gratuitously shocking and essays on a wide variety of subjects began to appear in the Gazeta de Portugal By 1871 he had become closely associated with a group of rebellious Portuguese intellectuals committed to social and artistic reform and known as the Generation of 70 E a de Queiroz gave one of a series of lectures sponsored by the group in which he denounced contemporary Portuguese literature as unoriginal and hypocritical He served as consul, first in Havana 1872 74 , then in England, UK in Newcastle upon Tyne 1874 79 and in Bristol 1879 88 During this time he wrote the novels for which he is best remembered, attempting to bring about social reform in Portugal through literature by exposing what he held to be the evils and the absurdities of the traditional order His first novel, O crime do Padre Amaro 1875 The Sin of Father Amaro , 1962 , describes the destructive effects of celibacy on a priest of weak character and the dangers of fanaticism in a provincial Portuguese town A biting satire on the romantic ideal of passion and its tragic consequences appears in his next novel, O Primo Bas lio 1878 Cousin Bazilio , 1953 Caustic satire characterizes the novel that is generally considered E a de Queiroz masterpiece, Os Maias 1888 The Maias , 1965 , a detailed depiction of upper middle class and aristocratic Portuguese society His last novels are sentimental, unlike his earlier work A Cidade e as Serras 1901 The City and the Mountains , 1955 extols the beauty of the Portuguese countryside and the joys of rural life E a de Queiroz was appointed consul in Paris in 1888, where he served until his death Of his posthumously published works, Contos 1902 is a collection of short stories, and ltimas P ginas 1912 includes saints legends Translations of his works persisted into the second half of the 20th century.Source name nm0211055 bio


    Commentaires:

    Henry Avila
    Jacinto, grandson of an expatriate, his Portuguese grandfather with the same name, but nicknamed , Sir Galleon, ( he was rather obese ) left Portugal, dispirited, when his King, Dom Miguel, the usurper, lost the civil war during the 1800's for the throne. So Jacinto, was born in Paris, in a palace, on the Champs-Elysees, no. 202, that his wealthy grandfather had bought, his own sickly father, "The Shadow", died (I don't have to say what his name was, begins with the letter J ) three months befor [...]

    Lynne King
    It was thanks to Henry's excellent review on this book that I recently purchased it. It was the "Library with the 30,000 books" and all of "the gadgets" that Jacinto had, that enticed me.I was so taken with this book that I made notes galore and started typing the review. There were so many excellent quotations that stayed in my mind. Consequently, after typing several pages as I was "in full flight", I decided to cut it down considerably and so this is the result. I believe, and hope, it gets t [...]

    Carmo
    Fundação Eça de Queirós - Tormes - Santa Cruz do DouroA Cidade e as Serras foi o último livro escrito por Eça de Queirós (publicado já após a sua morte), e é mais um exemplar delicioso de ironia e comicidade.(view spoiler)[O enredo é simples e faz jus ao título. Para o provar estão as andanças de Jacinto - “Príncipe da Grã-Ventura”, descendente de uma extensa linhagem de Jacintos lusitanos. Nascido e criado no 202 dos Campos Elísios, prospera rodeado de todos os bem-estares [...]

    Maria João
    8 de 10*Antes de mais, gostaria de referir que, na minha opinião, com “Os Maias”, Eça de Queiroz elevou a fasquia. Adorei a sua escrita, os seus personagens e o seu enredo. Em “A Cidade e as Serras” o autor centrou-se muito mais nas descrições de locais e culturas e na grande diferença existente entre as riquezas da cidade e a simplicidade da aldeia, do que propriamente nos personagens e nas suas vivências. Talvez por isso, achei este livro um pouco maçudo e mais difícil de ler. [...]

    Sérgio
    Eça de Queirós é um homem de surpresas. Tal como um prestidigitador, consegue, a cada passo, surpreender-me com algo que não esperava, de todo. A Cidade e as Serras não é excepção. Estamos perante a primeira obra póstuma de Eça, publicada um ano após a sua morte. É uma novela que, creio não se saber, pelo menos, não obtive essa informação, não terá sido revista pelo autor, logo não sei até que ponto teria sido modificada se fosse dada ao prelo em vida do próprio. Facto que p [...]

    Carla
    Desde que li os Contos de Eça que fiquei interessada neste livro, pois o conto que mais adorei, "Civilização", deu origem a esta história. Resolvi lê-lo em férias, no Norte onde passei umas semaninhas com a família, porque me pareceu apropriado. Era para ter levado o livro mas resolvi trazer a versão e-book no Kindle pois, tal como Jacinto, quis levar um pouco da civilização comigo, para o meio rural. :P Não me arrependo, até porque contribuiu para uma leitura interessante e identifi [...]

    Sara
    A Cidade e as Serras de Eça de Queirós é uma adaptação do conto A Civilização presente na sua obra Contos. Jacinto pertencente à elite portuguesa é descrito pelo olhos do seu amigo José Fernandes. Jacinto vive em Paris junto de toda a civilização, de todo o progresso tecnológico, no seu tão aclamado 202, repleto das últimas invenções e atulhado de livros que nunca terá tempo para ler. Mas surge o momento em que terá de visitar a sua quinta na serra de Tormes, no Douro, desprov [...]

    Beatriz Canas Mendes
    Adoro a escrita de Eça de Queirós. Como referi na minha review ao seu livro "A Capital!", mesmo quando existem repetições frequentes de palavras (quase icónicas, simbólicas do autor), a fluidez gramatical, as expressões utilizadas e todo o aparato vocabular de Eça são de se lhe tirar o chapéu.Falando mais particularmente deste livro "A Cidade e as Serras", tenho a avisar futuros leitores que é necessária alguma força de vontade para ultrapassar certas fases menos dinâmicas da hist [...]

    Gustavo Marques
    Livro incrivelmente desinspirado de Eça de Queirós. Menos mordaz e emocionalmente retrógrado. As personagens não superam, e menos ainda se apresentam como a síntese da contradição dialéctica entre campo e cidade. Conduz o leitor a ilusões inúteis.

    Tiago Chaves
    O livro está dividido, mais ou menos, em duas partes. Não gostei muito da primeira e a segunda foi boa. O Eça transmite-nos bem as sensações que o Jacinto está a vivenciar, assim a primeira parte, para mim, é uma "seca" e uma "maçada" e a segunda parte torna-se mais prazerosa.É uma homenagem ao que é simples e português.

    Alta
    This novel is a masterpiece and the translation is outstanding. Its premise--the conflict between Nature and Civilization (today we would say "technology")--could have easily turned it into a schematic or dogmatic book. Instead, this is a captivating novel written in a sophisticated style. And for those fascinated with technology (but not necessarily enslaved by it), a very useful read.

    João Costa
    Ultrapassado o stress pós traumático das enumerações do Ramalhete, torna-se de fácil leitura.

    Laís Arjona
    Que morte horrível.

    Hermínia
    A releitura deste livro, por motivo profissionais, foi a mais prazerosa e divertida do ano (e confesso a única) . Voltar a conhecer, conviver e viajar com Jacinto, foi uma das mais agradáveis surpresas do verão de 2017. Acho que vou começar uma tradição :)) no verão uma poltrona, à sombra de uma árvore frondosa no Minho profundo, e reler "o meu querido Eça" como diz a minha Mãe, ela devo o gosto por Eça e pela leitura!!!A edição que escolhi para esta releitura foi a da editora Guer [...]

    Isabel Maia
    Tal como o título indica, neste livro existe o contraponto entre duas realidades distintas. De um lado, a Cidade. A modernidade, a civilização, o ócio e as festas provocam em Jacinto sentimentos como a melancolia, o aborrecimento, o cansaço. Do outro lado, a Serra. Jacinto no reencontro com a velha casa da família, em Tormes, renova-se, numa atitude de encantamento. Integrando-se na vida produtiva do campo, Jacinto aplica os seus conhecimentos técnicos e científicos à situação concret [...]

    Ana Luísa
    3,25 confesso que gostei mais do que imaginei.

    André
    A Cidade e as Serras nasce a partir do conto Civilização de 1892 e mantém-se na minha opinião, tal como na opinião de alguns críticos como um conto também, desenvolvido, alongado mas não um romance. Considerado por uns uma obra menor em relação a outras maiores, é simultaneamente uma obra maior para outros, no qual me incluo e que suscita as dúvidas pertinentes de qual teria sido a razão que teria levado Eça de Queirós a escrever um conto desta natureza, pois não encontramos a de [...]

    Dulce
    A Cidade e as Serras é uma obra que oscila entre a iluminada Paris nos finais do séc. XIX e as prósperas serras do Baixo Douro, contando a história de um personagem que vive intensamente a urbe e tudo o que ela tem para oferecer, até que um dia acaba por se entediar com a civilização e rende-se à pacatez das serras de Portugal.A dicotomia entre o urbano e o rural é tecida de forma muito interessante pelo autor, que descreve como ninguém quer a cidade, quer as serras. Eça usava de um v [...]

    Sofia .
    O 202, como é sempre referido o palácio de Jacinto é um autêntico museu da bugiganga, com máquinas e acessórios para fazer todo o tipo de serviço, e uma vasta biblioteca com livros dos grandes pensadores de todas as áreas da ciência. E isto era a civilização, rica em conhecimentos e novas engenhocas desenhadas para facilitar o dia a dia dos aristocratas de Paris. Só que para Jacinto tudo era aborrecido, uma maçada. Viver sem toda aquela civilização seria impensável, mas por outro [...]

    Maria Carmo
    I read most of Eça's books when I was young, between 17 and the end of University (around 23, 24).I love Eça because his Portuguese is wonderfully written, he has a unique sense of humor and the picture he draws of Portuguese and European society, with all its cynicism and "show off" and pretense is still quite present in certain extracts of societyThis particular book compares refined Paris with coming back to the family House and Farm in interior Portugal - trading the sophistication of Pari [...]

    Clara
    No doubt my favorite José Maria de Eça de Queirós book. I am a big fan of all his books, but this autobiography is the best. Completely different in style and in content. Look for the english version in The City and the Mountains New Directions Paperbook

    John Astore
    Costa did a terrific job translating. I believe she's translated other Eca de Queiros works, too. I love the theme: contrasting the City and Nature. One can easily inject oneself into various roles of the personages; the characters are aloof, but nothing surreal. He writes in the late 1800s, which makes the novel more real because of the connection to Nature which many people still had, even within Paris and the rest of Western Europe. Eca de Queiros quickly became one of my favorite authors.

    Barbara
    I honestly don't think I would have liked this even if I was reading it because I wanted to.

    Erika
    Delightful story focused on the theme of countryside (Portugal's)/city (Paris).

    Newton Nitro
    A Cidade e as Serras – Eça de Queiroz | Pelo retorno a natureza do Homem do Século 19! | Leya 2010,(1ed, 1901), 240 páginas | Nota 4 em 5 | Lido de 10.08.16 a 11.08.16 | NITROLEITURAS #resenha Uma ótima surpresa do Mestre Eça, uma ácida e bem humorada crítica da loucura da vida urbana-consumista-alientada da alta burguesia, divertida de se ler!SINOPSEA Cidade e as Serras é um romance de Eça de Queirós, publicado em 1901, pertencente à última fase do escritor, onde se afasta do real [...]

    Tiago Vinagre
    Na verdade, nunca passei dar tão poucas estrelas a um livro de Eça de Queirós, que, para mim, é o melhor escritor português de sempre, mas este foi uma desilusão enorme. São 233 páginas para contar algo que poderia ter sido feita numas míseras 35, tão pouca foi a ação que este livro viu; talvez se devesse ter ficado pelo conto "Civilização" e não o ter tentado (sim, tentado) passar a um romance. Posto isto, a única coisa boa que saliento nesta obra é a questão filosófica do ca [...]

    Juliana Costa
    Esse é o tipo de livro com humor sutil e inteligente, assim como a construção do livro; apesar de Jacinto ser o personagem principal, só conhecemos dele o que Zé Fernandes conhece, mas não fica superficial e nem forçado, fica de uma maneira surpreendentemente natural.Paris me pareceu um pouco exagerada, mesmo representando a "civilização", mas dou um desconto, porque a cidade nunca pareceu tão engraçada e de certa forma ridícula como neste livro.

    Maite
    Por várias vezes me pareceu que esse livro não tinha realmente um rumo, que era só um estudo regionalista do autor, exemplificando como a serra sobrepõe a cidade. Chega a ser um pouco engraçado quando o Jacinto está a caminho de Portugal e quando se acostuma a sua terra e tenta socializar tudo mas ao final fico com a impressão que li um livro obrigatário para o vestibular.

    Nuno Neves
    Ler "A Cidade e as Serras" é mergulhar num universo queirosiano distinto daquele que nos aparece em "O Primo Basílio" e "O Crime do Padre Amaro". Recomendo a todos aqueles que gostam da escrita de Eça e que gostam de refletir sobre a dicotomia da vida na cidade vs. a vida no campo.

    Sofia Domingues
    Paris de cinzas Jacínticas

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      361 Eça de Queirós Harrie Lemmens
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      Posted by:Eça de Queirós Harrie Lemmens
      Published :2018-08-09T16:46:51+00:00